As caminhadas ecológicas são atividades que despertam curiosidades e prazer para grupos de idades e interesses diversos, podendo constituir um caminho para o ensino de noções de meio ambiente, ecologia, botânica e zoologia, além de permitir a informação e sensibilização através da educação ambiental, e que esta, deve ter uma abordagem participativa num processo contínuo de aprendizagem.
O Programa de visitas orientadas ao Jardim Botânico de Niterói visa despertar mudanças de atitude nos participantes, levantando novas maneiras de pensar a vida, resgatando valores humanos como solidariedade, ética, respeito pela vida, responsabilidade, amizade, cidadania, altruísmo, alteridade, favorecendo uma participação responsável na tomada de decisões para a melhoria da qualidade do meio natural, social e cultural.
As atividades desenvolvidas atendem alunos da rede pública e particular de ensino, que são recebidos no IBG-CEAN para uma visita, onde são desenvolvidas diversas atividades de educação ambiental, como palestras, seções de vídeos, visitas ao Jardim Botânico de Niterói e suas dependências, jogos lúdicos, entre outras.
Objetivos
- Desenvolver um fluxo constante de visitantes, crianças e professores, buscando atingir o maior número de pessoas possível, tornando o espaço IBG-CEAN uma referência em educação ambiental na cidade;
- Contribuir para que o participante adquira conhecimento e compreensão das noções básicas em relação ao ambiente natural e sócio-cultural através da análise e observação de fatos encontrados no JBN, de modo a estabelecer interações construtivas e saudáveis para a sustentabilidade do ambiente e da qualidade de vida.
- Divulgar e valorizar o Jardim Botânico de Niterói e aumentar a auto-estima dos visitantes.
Público-alvo
Professores e alunos de turmas de ensino fundamental e médio de escolas e colégios de Niterói e outras cidades pertencentes à Região Hidrográfica da Baía de Guanabara.
Embora sejam planejadas para trabalhar com professores e alunos, pode-se adaptar o programa de visitas orientadas para grupos de jovens a idosos, interessados em discutir as questões ambientais e ouvir o som do vento nas árvores e observar as aves e os outros animais característicos do espaço.
Dias e horários
As visitas acontecem de segunda a sexta-feira, em dois horários: das 9 às 11h, ou das 14 às 16hs.
Proposta de roteiro:
As visitas seguem a princípio um roteiro padrão, que poderá ser adaptado de acordo com, limites, idades e necessidades especiais de cada turma recebida.
a) Apresentação do IBG e do CEAN;
b) Apresentação de um vídeo ou teatro de fantoches
c) Discussão sobre a apresentação
d) Visita ao Jardim Botânico de Niterói(trilha)
e) Atividade lúdica em educação ambiental
f) Encerramento
g) Acompanhamento
Descrição de cada etapa:
a) Apresentação do IBG e do CEAN;
Nesta etapa inicial, são apresentados o Instituto Baía de Guanabara e o Centro de Educação Ambiental, enfocando a importância dos trabalhos destes para a conservação da Baía de Guanabara e a melhoria da qualidade de vida das populações do entorno. Haverá também uma introdução ao trabalho que será desenvolvido durante a visita.
b) Vídeo ou teatro de fantoches
Neste momento os visitantes assistirão a um vídeo sobre um assunto previamente escolhido pelo professor, dentre os vídeos disponíveis no acervo do Centro. Exemplos de temas: água, lixo, unidades de conservação, rios, mangues.
Existe a opção de teatro de fantoches que apresenta uma família superdivertida interagindo com os visitantes infantis e ensinando-os a viver bem sem afetar o Meio Ambiente. São personagens a Aninha, a Nandinha, a Maria Bonita, o Vitinho, Vô Bino e a Tia Filomena, que estimulam e aguçam a imaginação de todas as crianças que os assistem.
c) Discussão sobre o vídeo ou teatro de fantoches
Após a apresentação haverá um pequeno debate sobre o que foi visto, procurando-se fazer a ligação entre as informações contidas e a realidade do grupo visitante.
d) Visita ao JBN (trilha)
Os alunos participam de uma caminhada percorrendo trilhas do JBN e observando o meio ambiente local e a ligação com os aspectos sócio-ambientais de Niterói.
e) Atividade lúdica em educação ambiental
Nesta fase a turma participará de uma dinâmica de sensibilização (como um jogo cooperativo) que utilizará aspectos abordados nas etapas anteriores.
f) Encerramento
Os participantes produzem algum tipo de material sobre o que foi trabalhado na visita, através de expressões artísticas: desenhos, poesias, músicas, artesanato, entre outros.
Ao término das atividades, os participantes receberão folhetos e folders, com informações sobre o IBG, o CEAN e a visita à qual participou. Além disso, a escola e cada participante receberão um certificado de participação na atividade.
g) Acompanhamento
A equipe do IBG-CEAN estará em contato com a escola e o professor visitante para desenvolver um acompanhamento desta atividade, procurando saber se houve desdobramentos em sala de aula e estabelecendo parcerias para futuras atividades e possíveis apoios na implementação educação ambiental dentro de cada escola.
Assim, o professor poderá decidir, por exemplo, se a visita deverá ser aprofundada em um dado aspecto, ou se determinado assunto deverá ser abordado.
O QUE O IBG PRETENDE COM O PROGRAMA VISITAS ORIENTADAS
Trabalha-se conceito de meio ambiente de forma que o participante perceba ser parte integrante dele. É necessário que ele perceba que tudo o que o cerca, a terra em que pisa, a água que bebe, o ar que respira e todos os seres com os quais convive são inter relacionados. Ele deve ter conhecimento de que faz parte deste sistema e que suas ações podem influenciá-lo.
Para isso, pode-se utilizar algumas das atividades de sensibilização descritas adiante, adaptando-se a linguagem à idade do participante.
As crianças e os jovens devem ser consideradas, não apenas como agentes do futuro, mas como capazes hoje de tomar e influenciar decisões para o bem comum da sociedade e da natureza.
É muito importante que o professor descubra os temas mais emergentes para a comunidade na qual a escola esteja inserida, que procure saber se há rios e áreas verdes para serem protegidas, problemas com o lixo, com o saneamento, com doenças, entre outros. Estas questões devem ser priorizadas em suas atividades e sempre relembradas, procurando envolver a comunidade escolar em programas que levem a transformações socioambientais.
Todos os alunos, pais, mães, professores e demais funcionários da escola, moradores em geral devem discutir em conjunto o que podem fazer para ajudar a solucionar os problemas . A Educação Ambiental deve servir para provocar mudanças de atitudes e de realidades.
Na Educação Infantil
As atividades abrem um espaço desafiador para que as crianças observem o mundo, façam perguntas, atuem sobre os fenômenos, estabeleçam relações entre o que observam e o que sabem das coisas observadas, garantindo a compreensão de conceitos e a aprendizagem significativa.
Em todas as situações, o grande enfoque na Educação Infantil do IBG-CEAN está no desenvolvimento de atitudes de valorização e preservação do ambiente, interligando as matérias estudadas como Português, Matemática, Educação Física, Educação Artística, Estudos Sociais, Ciências, etc.
A questão ambiental está em alta por uma razão simples: necessidade de sobrevivência. Quanto mais cedo o tema for abordado com as crianças, maiores as chances de despertar a consciência pela preservação. Por isso, a educação para uma vida sustentável deve começar já na pré-escola. O objetivo definido pelo Referencial Curricular Nacional é observar e explorar o meio ambiente com curiosidade, percebendo-se como ser integrante, dependente, transformador e, acima de tudo, que tem atitudes de conservação[1].
No Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano
São estimuladas as mudanças de comportamento no desenvolvimento de alunos e docentes. Procura-se conduzir a uma compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade, com desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores, fortalecendo vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
No Ensino Fundamental – 6º ao 9° ano
As atividades auxiliam na formação de pessoas que atuem na vida social e cultural, que respeitem os direitos, as liberdades fundamentais do ser humano e os princípios da convivência democrática:
que utilizem o diálogo como forma de mediar conflitos e se posicionem contra a discriminação social e preconceitos como de raça, cor e sexo;
que tenham interesse por diferentes formas de expressão artística e cultural;
que se percebam como integrantes do meio ambiente, ao mesmo tempo dependentes e agentes de transformações.
No Ensino Médio
As atividades são auxiliares na formação dos alunos para que obtenham conhecimentos e habilidades, bem como hábitos intelectuais e técnicas de trabalho que lhes permitam prosseguir os estudos com competência, ou seja:
que saibam buscar, selecionar e interpretar criticamente informações;
comunicar ideias por diferentes linguagens;
formular e solucionar problemas;
tenham hábitos adequados de estudo, saibam trabalhar em grupo e tenham qualidades como empenho, organização, flexibilidade e tolerância;
incorporar a importância do conhecimento e o prazer de aprender.
ALGUMAS ESPÉCIES VEGETAIS CITADAS NA TRILHA[2]:
SAPUCAIA
Outros nomes populares: castanha-sapucaia; cumbuca-de-macaco
Família: Lecythydaceae
Espécie: Lecythis pisonis Camb.
Árvore de até 30 metros de altura e tronco que pode atingir 1 metro de diâmetro, com fruto arredondado, casca rígida e espessa de coloração castanha. Quando maduros, abrem-se na porção inferior, através de uma característica “tampa”, liberando as sementes (castanhas) comestíveis e saborosas.
Pelo nome de Sapucaia é conhecido, no Brasil, um grande número de árvores que pertencem à família botânica das Lecitidáceas, a mesma à qual pertence a imponente castanheira-do-brasil ou castanheira-do-pará. Em sua maioria, as sapucaias caracterizam-se pela peculiaridade de seus frutos.
As Sapucaias e seus frutos, nativos da terra, já eram bastante conhecidos e aproveitados pelas populações que habitavam o Brasil na época da chegada dos primeiros europeus, no século XVI.
A Sapucaia é árvore característica da floresta pluvial atlântica, ocorrendo desde o Ceará até o Rio de Janeiro, particularmente frequente no sul da Bahia e no norte do Espírito Santo. Pode ser também encontrada, em estado nativo, na região amazônica.
Quando chega a época da floração, verdadeira festa para as abelhas, a sapucaia se transforma: todo o verde da árvore fica encoberto por uma capa cor-de-rosa, um belo espetáculo propiciado pela conjunção das flores arroxeadas e cheias de aroma perfumado, que tomam a copa da árvore com as folhas novas, que também nascem coloridas de rosa ou lilás.
As amêndoas da sapucaia são muito apreciadas pelos animais silvestres e, especialmente, aproveitadas pelos macacos, capazes como são de alcançar as amêndoas ainda dentro das cumbucas quando elas começam a se abrir lá no alto da árvore.
Curiosidade:
Um fato curioso envolve esses animais e a fruta, que, por isso, é também conhecida como cumbuca-de-macaco ou marmita-de-macaco: o macaquinho novo, inexperiente, quando se depara com uma sapucaia aberta e cheia de gostosas amêndoas vai com muita sede ao pote, enfiando a mão na cumbuca para pegar um punhado delas, de uma só vez. Assim, quando tenta retirar a mão lá de dentro, ele não consegue ou se machuca, pois sua mão cheia de amêndoas não passa pela estreita abertura da sapucaia.
O macaco velho não age assim. Com a sabedoria de quem aprendeu se machucando algumas vezes quando ainda era jovem, ele usa as pontas dos dedos para retirar as amêndoas uma a uma, enquanto vai comendo.Ao que parece, foi a predileção dos macacos pelos frutos da sapucaia que deu origem ao provérbio: “Macaco velho não põe a mão em cumbuca!”
FIGUEIRA
Outros nomes populares: fícus, gameleira ou gomeleiraFamília: Moraceae
Gênero: Ficus
Há mais de 1000 espécies de Figueiras no mundo, especialmente em climas tropicais e subtropicais, sendo o gênero Ficus um dos maiores do Reino Vegetal.
As Figueiras são normalmente árvores, embora algumas espécies não cresçam muito e permaneçam como arbustos, outros tenham hábito trepador, e haja até espécies rasteiras. Em todos os casos, são plantas lenhosas, muitas com caule de forma irregular, ou escultural, com raizes adventícias e superficiais.
Dentre as cerca de 1000 espécies, há muitas Figueiras venenosas, e muitas com frutos comestíveis. Portanto, antes de consumir figos desconhecidos, ou usar seu látex ou suas folhas para fins medicinais, procure um botânico que possa identificar as espécies corretamente e dizer se a espécie em questão é adequada ao consumo.
Curiosidade:
Suas flores não têm contato direto com o ambiente externo, de forma que o pólen não pode ser transferido de uma planta a outra espontaneamente. Porém, há uma série de espécies de vespas minúsculas que se aproveitam da proteção destas flores para depositar seus ovos em seus ovários, de modo que as larvas, ao eclodir, se alimentarão das sementes. Quando atingem a fase adulta, os machos rapidamente fecundam as fêmeas e morrem (sem jamais terem saído dos figos). As fêmeas então procuram sair, escalando as paredes internas. É neste momento que as flores masculinas estão maduras, de modo que depositam seu pólen sobre as fêmeas antes destas ganharem a liberdade. As fêmeas então repetirão seu ciclo, buscando as flores femininas para depositar seus ovos, e ao mesmo tempo fertilizar as flores que não serão inoculadas.
GUAPURUVU
Outros nomes populares: Guapuruvu, bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, ficheira, pataqueira
Familia: Leguminosae (ou Fabaceae)
Espécie: Schizolobium parahybum
É uma árvore de crescimento rápido, que atinge um porte de 30 metros de altura, para 8 metros de diâmetro da copa arredondada. As folhas são pequenas e caducas, o guapuruvu perde totalmente suas folhas no inverno e cobre-se de flores amarelas na primavera. A floração decorre em novembro e origina flores de cor amarela. Esta linda espécie brasileira pertence à Família das Leguminosas. Uma característica típica dessa família é apresentar o fruto do tipo legume, também conhecido como vagem (há exceções). A frutificação ocorre de março a maio.
Só após a florada é que inicia a brotação de novas folhas. A copa produz uma sombra muito leve, o que permite o plantio da espécie em gramados ou próxima a canteiros, sem prejudicar a insolação sobre as outras plantas. É uma espécie pioneira, indicada para plantios em áreas degradadas, em razão do seu rápido crescimento.
Curiosidade:
A madeira do Guapuruvu é pouco resistente, mas presta-se à confecção de embarcações tipo canoas, exatamente pela leveza e facilidade de entalhe. É a árvore símbolo da cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, Brasil.
MANGUEIRA
Familia: Anacardiaceae
Gênero: Mangifera
A Mangueira é uma árvore frutífera cujos frutos são conhecidos como mangas. São nativas do sul e do sudeste asiático desde o leste da Índia até as Filipinas, e introduzidas com sucesso no Brasil e em outros países tropicais. A espécie mais difundida é a Mangifera indica. O nome da fruta vem da palavra malayalam manga e foi popularizada na Europa pelos portugueses, que conheceram a fruta em Kerala (que conseguiram pelas trocas de temperos).
As sementes, quando jogadas fora em solo fértil e bem irrigado, podem germinar com facilidade e originar novas árvores de crescimento rápido nos primeiros anos. Desta forma, a mangueira tem se disseminado pelas formações vegetacionais nativas no Brasil, e apresentam uma ameaça à vegetação nativa quando sua cultura não tem o manejo adequado.
Uma manga fresca contém cerca de 15% de açúcar, até 1% de proteína, e quantidades significativas de vitaminas, minerais e anti-oxidantes, podendo conter vitamina A, vitamina B e vitamina C. Graças a alta quantidade de ferro que contém, a manga é indicada para tratamentos de anemia e são benéficas para as mulheres grávidas e em períodos de menstruação. Pessoas que sofrem de cãimbras, estresse, e problemas cardíacos podem se beneficiar das altas concentrações de potássio e magnésio existentes que também auxiliam àqueles que sofrem de acidose. Também há relatos de que as mangas soothe the intestines, o que torna mais fácil a digestão. Na Índia, onde a manga é a fruta nacional, acredita-se que as mangas estancam hemorragias, fortalecem o coração, e trazem benefícios ao cérebro.
Curiosidade:
A presença de Mangueiras no morro próximo à residência dos imperadores do Brasil, na Quinta da Boa Vista, no século XIX, originou seu nome, Morro da Mangueira, hoje em dia um dos redutos mais famosos do samba no Rio de Janeiro (a Estação Primeira de Mangueira).
ÁRVORE-DO-VIAJANTE
Família: Strelitziaceae
Espécie: Ravenala madagascariensis
A Árvore-do-Viajante é planta (frase repetida a seguir, retirar: uma planta herbácea de tronco alto) endêmica[3] de Madagascar. Erroneamente comparada às palmeiras, é uma planta herbácea de tronco alto, assim como a bananeira. O caule é longo (8 a 10 metros), e pode, em condições favoráveis, atingir os 20 metros.
As folhas são semelhantes às da bananeira, são dispostas como em um leque e se inserem no caule com um longo pedúnculo, (OBS.: Como se explicou o que é “endêmico”, poderia se explicar também “pedúnculo”) em cuja concavidade se retém a água da chuva.
Curiosidade:
É chamada de Árvore-do-Viajante justamente por acumular água da chuva em suas folhas. É um símbolo de Madagascar; aparece, em forma estilizada, no logo da companhia aérea nacional.
PAU-BRASIL
Família: Leguminosae (ou Fabaceae)
Espécie: Caesalpinia echinata
Pau-brasil é um dos nomes populares de uma Leguminosa nativa da Mata Atlântica. Seu nome em tupi é ibirapitanga, ou "madeira vermelha". O nome popular em português deriva da cor de brasa da resina vermelha contida na sua madeira. É conhecido também pelos nomes de brasileto, ibirapiranga, ibirapita, ibirapitã, muirapiranga, orabutã, pau-de-pernambuco, pau-de-tinta, pau-pernambuco e pau-rosado.
Alcança entre 10 e 15 metros de altura. Os frutos são vagens cobertas por longos e afiados espinhos, contendo de 1 a 5 sementes discóides (poderia explicar também esta palavra), de cor marrom.
O corte do Pau-brasil para a obtenção de sua madeira e sua resina foi a primeira atividade econômica dos colonos portugueses na recém-descoberta Terra de Santa Cruz, no século XVI. A abundância desta árvore naqueles tempos conferiu à colônia o nome de Brasil. A resina vermelha era utilizada pela indústria têxtil européia como uma alternativa aos corantes de origem terrosa e conferia aos tecidos uma cor de qualidade superior e a madeira vermelha era aproveitada na marcenaria.
Em pouco menos de um século, já não havia mais árvores suficientes para suprir a demanda. Hoje, a árvore se encontra na lista do IBAMA de espécies ameaçadas de extinção, na categoria vulnerável.
Curiosidade:
A madeira do Pau-brasil é reputada como a melhor para a fabricação de arcos de violino.
PAU-MULATO
Família: Rubiaceae
Espécie: Calycophyllum spruceanum
É uma árvore de crescimento lento, que pode atingir até 40 metros de altura. A floração produz flores brancas entre maio e junho. O tronco é retilíneo com a casca lisa e brilhante da cor bronzeada, tendo por isso o nome de Pau-mulato. É uma planta de difícil reprodução.
PAU-FERRO
Família: Leguminosae
Espécie: Caesalpinia ferrea
O Pau-ferro é uma árvore de grande porte – cerca de 30 metros -, com origem no Brasil, nativa da Mata Atlântica.
Tem copa arredondada larga; 6 metros, em média, por vezes ultrapassando os 12 metros. Flores amarelas muito pequenas e muito pouco destacadas das folhas, quase imperceptíveis a olho nu; a vagem é extremamente dura e resistente.
O tronco é marmorizado, de um branco muito claro, entremeado por tons de cinza claro a bege.
Curiosidade:
A madeira do Pau-ferro é muito dura. Diz-se que seu nome provém das faíscas e do ruído metálico produzidos por machados quando se atrevem a cortá-las.
EUCALIPTO
Família: Myrtaceae
Gênero: Eucalyptus
Este gênero inclui mais de 700 espécies, de nome vulgar Eucalipto, quase todas originárias da Austrália. São, em termos gerais, árvores e, em alguns raros casos, arbustos.
Adaptados a, praticamente, todas as condições climáticas, os Eucaliptos caracterizam a paisagem da Oceania, de uma forma que não é comparável a qualquer outra espécie, em outro continente.
O Eucalipto foi introduzido no Brasil em 1904, com o objetivo de suprir as necessidades de lenha, postes e dormentes das estradas de ferro na região Sudeste. Na década de 50, passa a ser produzido como matéria prima, para o abastecimento das fábricas de papel e celulose.
Curiosidade:
Existem hoje, no Brasil, extensas áreas plantadas com Eucaliptos, sendo denominadas de “deserto verde”, expressão utilizada pelos ambientalistas para designar a monocultura de árvores em grandes extensões de terra para a produção de celulose, devido aos efeitos que esta monocultura causa ao meio ambiente. As árvores mais utilizadas para este cultivo são, sobretudo, o Eucalipto, pinus e acácia.
JEQUITIBÁ
Família: Lecitidáceas
Gênero: Cariniana
São árvores nativas da Mata Atlântica brasileira, existentes apenas na região sudeste e em alguns estados vizinhos. Suas folhas apresentam tom avermelhado na primavera e suas flores são claras ou vermelhas.
Na floresta, árvore adulta desta espécie é emergente, isto é, pode ser vista bem acima das demais. Registros atuais anotam jequitibás com 60 metros de altura. Para se ter idéia do que significam 60 metros, basta lembrar que esta é a altura de um prédio de 20 andares.
Curiosidade:
Em tupi-guarani significa gigante da floresta, o que é compreensível. Figuram na relação das maiores árvores do Brasil, tal como os jatobás, sapucaias e angelins.
IPÊ ROSA
Família: Bignoniaceae
Gênero: Tabebuia
A árvore do Ipê é alta, podendo chegar até 30 metros (na cidade, em locais abertos chega a cerca de 10-15 metros), bem copada.
Na época de floração, perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas, roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Das vagens, que secam e abrem, saem as sementes que só nascem se estiverem secas. É uma árvore originária do cerrado, não precisando de muita água.
Curiosidade:
É boa para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante (para baixo), sem quebrar a calçada. É largamente empregada no paisagismo, em geral por apresentar belíssimas inflorescências de cor rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a Lei nº 6.507 declara o Pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.
FRUTA-PÃO
Família: Moraceae
Espécie: Artocarpus altilis
A Fruta-pão é uma árvore que chega a medir até 15 metros. Nativa da Ásia, é cultivada em várias regiões tropicais, por seus múltiplos usos medicinais, para extração de fibras da casca, pelo cerne resistente da madeira e pelos frutos.
Também é conhecida como árvore-do-pão, castanheira, fruta-de-pão, fruteira-pão e rima.
Os frutos são grandes, redondos como melões e chegam a pesar 3kg. Sua casca é de cor verde-amarelada e sua polpa é amarelo-escura nas frutas de massa e amarronzada na variedade com sementes.
Curiosidade:
As frutas de massa são ricas em amido, proteínas e vitaminas e podem ser consumidas cozidas, assadas, em doces ou até mesmo fritas. Também podem ser transformadas em farinha e utilizadas em panificação e confeitaria. As sementes também são comestíveis e podem ser preparadas como outras castanhas, assadas ou cozidas.[4]
ARARIBÁ-ROSA
Família: Leguminosae
Espécie: Centrolobium tomentosum
O Araribá-rosa é uma árvore brasileira, nativa da Mata Atlântica. Ocorre nos estados de MG, MS, GO, PR e SP.
Árvore de crescimento rápido, atinge até 22 metros de altura. Seus frutos alados são dotados de espinhos, bastante grandes e duros.
JATOBÁ
Espécie: Hymenaea courbaril
O Jatobá (ou jataí) é uma árvore originalmente encontrada na Amazônia e Mata Atlântica brasileiras, onde ocorre naturalmente desde o Piauí até o Norte do Paraná.
Tem altura entre 15 e 20 metros, tronco que chega a 1 metro de diâmetro e fruto como um grande legume, bastante duro. A polpa do legume é comestível e muito nutritiva. É usada como alimento também pela fauna.
Entre seringueiros e moradores de regiões próximas das florestas onde se encontram, é comum utilizarem a casca da árvore para fazer um chá, também chamado de vinho do jatobá. Acreditam que este chá é um poderoso estimulante e fortificante.
Como planta medicinal, diferentes partes são usadas por indígenas do Brasil, das Guianas e do Peru contra diarréia, tosse, bronquite, problemas de estômago e fungos nos pés.
Em épocas diferentes, desde 1930, foi indicada e comercializada para fins medicinais. A partir do final do século XX, passou a ser estudada por etnobotânicos americanos, e é consumida nos EUA com os mesmos fins tradicionais.
Tem sido usada na recomposição de matas degradadas, e com este fim suas sementes são comercializadas pelas Redes de Sementes oficiais de seus biomas de origem.
Curiosidade:
O Jatobá é uma fruta muito conhecida dos índios da América Latina por ser uma das frutas místicas. Por assim ser, os índios pesquisavam seus efeitos antes de consumi-la. Esta fruta trazia equilíbrio de anseios, desejos, sentimentos e pensamentos em uma orgia espiritual.
JACARANDÁ
Família: Bignoniaceae
Espécie: Jacaranda mimosaefolia
É uma árvore ornamental de porte médio, que atinge cerca de 15 metros. De copa rala, essa árvore perde todas as folhas no inverno e floresce de forma abundante e magnífica no verão. Sua propagação é fácil, feita através de sementes contidas no seu fruto, verdadeiras cápsulas de madeira, com formato semelhante a conchas. Cada concha, quando madura, se abre liberando centenas de sementes aéreas.
É muito usada na arborização, pois sua raiz é para baixo, não danificando calçadas ao seu redor.
CEDRO-ROSA
Família: Meliacea
Espécie: Cedrela fissilis
Outros nomes populares: acaicá, acajá-catinga, capiúva, cedro-amarelo, cedro-batata, cedro-branco, cedro-cetim, cedro-fofo, cedro-roxo, cedro-verdadeiro, cedro-vermelho, cedro-da-bahia, cedro-da-várzea, cedro-de-carangola, cedro-do-campo, cedro misionero (Argentina); cedro (Bolívia); ygary (Paraguai) e cedro colorado (Peru).
Ocorre em todos os ambientes florestais do Brasil e em praticamente toda a América Latina. É uma espécie que ocorre tanto em ambientes que já foram alterados pela ação do homem, como também no interior da floresta primária.
Esta árvore pode atingir até 40 metros de altura e 200cm de diâmetro. Seu tronco é cilíndrico, longo, reto ou pouco tortuoso e quando se ramifica produz uma copa alta e frondosa. Possui casca com fissuras longitudinais profundas e largas, muito típicas. A casca interna é avermelhada com odor agradável.
PATA-DE-VACA
Família: Caesalpiniaceae
Gênero: Bauhinia
O gênero Bauhinia contém vários representantes das chamadas Pata-de-vaca; no total, são mais de 200 espécies. Também são conhecidas popularmente por Unha-de-vaca e Casco-de-vaca, devido ao formato de suas folhas.
São árvores muito ornamentais, devido a suas flores vistosas e por isso são muito utilizadas no paisagismo e na arborização urbana. A maioria é de origem do continente Asiático, mas existem espécies nativas do Brasil como a B. longifolia e a B. forficata.
Podem atingir até 10 metros de altura, algumas espécies tem acúleos, seu fruto é tipicamente um legume, também chamado de vagem.
NOGUEIRA
Família: Juglandaceae
Espécie: Juglans regia
A Nogueira é originária do Sudoeste Asiático e do Mediterrâneo Oriental. As suas sementes, as nozes, são comestíveis, de sabor agradável e ricas em óleo, utilizado como óleo alimentar, como combustível ou como base de determinadas pinturas.
Em anos de boa colheita, uma árvore de copa grande pode produzir até 150kg de nozes. A madeira da nogueira é considerada uma das mais valiosas das diversas classes de madeira existentes entre nós. É de uma dureza comparável à do carvalho, mas fácil de trabalhar e, além disso, é extraordinariamente decorativa pelos tons vivos e escuros do seu durame. É uma madeira utilizada sobretudo no fabrico de móveis e no revestimento interno das habitações, sendo também muito requisitada para trabalhos de talha e para culatras de armas de fogo.
CANFOREIRA
Família: Lauraceae
Espécie: Cinnamomum camphora
A Canforeira é originária de uma vasta zona geográfica do Extremo Oriente, particularmente a região oriental da China, Taiwan, Coréia, Japão e Vietnam.
De lento crescimento, chega a atingir 30 metros de altura e 3 metros de diâmetro. A casca, a madeira, os ramos e as folhas são aromáticas e a cânfora - destilada a partir da madeira, da raiz, dos ramos e das folhas -, é utilizada na preparação de medicamentos, cosméticos, produtos químicos, incensos. A madeira, aromática e resistente à umidade e aos insetos, é utilizada na construção naval e no fabrico de mobiliário.
Curiosidade:
Esta árvore é a origem da cânfora, uma substância branca, cristalina, com um forte odor característico e obtida a partir da seiva. Conhecida desde a antiguidade, a cânfora é utilizada como incenso e no preparo de medicamentos.
SAPOTI
Família: Sapotaceae
Espécie: Manilkara achras
É nativa do México e América Central, bastante cultivada nos trópicos. Desta região, se disseminou para os trópicos americanos, Ásia e África.
O Sapoti apresenta-se de duas formas: esférico e oblongo. Tem casca parda e polpa suculenta.
O látex retirado de seu talo quando ainda verde, e também do caule da árvore, é utilizado como goma de mascar, chamado Chicle. Suas sementes, de cor negra, quando trituradas, são utilizadas como diuréticas.
Curiosidade:
É conhecido por vários outros nomes em vários países, tais como: sapodilla (Reino Unido e Estados Unidos); chiku ou sapota (Índia); dilly, naseberry ou sapodillaplum (outros países de língua inglesa); chico ou chico zapote (México) e níspero (Venezuela).
ESPÉCIES DE EPÍFITAS
Epífitas são, por etimologia, plantas sobre plantas, ou seja, plantas que vivem sobre outras plantas.
O epifitismo é algo comum nas florestas tropicais, onde a competição por luz e espaço não permite que plantas herbáceas prosperem sobre o solo.
Desta forma, certas espécies que conseguiam germinar sobre a casca das árvores, acima do nível do solo, foram selecionadas. Hoje encontramos milhares de espécies com hábito epifítico.
São tipos de vegetais que não enraizam no solo, fixam-se em outras árvores ou em objetos elevados; rochas; telhas; construções. Fixam-se nos tecidos superficiais dos troncos e galhos para receber luz solar e umidade com mais facilidade do que diretamente no solo. Dispõem de sistemas específicos para absorver umidade do ar e extrair sua alimentação mineral da poeira que recai sobre si; necessitam de grande quantidade de umidade e de luz.
Em geral, as epífitas vicejam sobre o tronco das árvores e dispõem de raízes superficiais que se espalham pela casca e absorvem a matéria orgânica em decomposição disponível.
Muitas vezes, as raízes são acompanhadas por um fungo microscópico conhecido como micorriza, que se encarrega de transformar a matéria orgânica morta em sais minerais, facilitando a sua absorção pela planta.
Por vezes, o epífito não absorve matéria prima da superfície da árvore ou arbusto, e suas raízes podem ser atrofiadas ou ausentes, de modo que o epífito utiliza seu hospedeiro apenas como suporte para alcançar seu ambiente ideal nos estratos da floresta.
As epífitas jamais buscam alimento nos organismos hospedeiros. Suas raízes superficiais não absorvem a seiva da planta hospedeira, não há qualquer relação de parasitismo. Ou seja, a presença de epífitas não prejudica a árvore ou arbusto onde elas vegetam.
BROMÉLIAS
As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. No caso das bromélias, existem as epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), e as não epífitas ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras).
Todas têm seu cálice em forma de rosa no ponto onde as folhas se juntam, chamada de disposição rosácea; este mecanismo faz com que recebam água da chuva, poeira e pequenos insetos mortos, que decompostos pela água e misturados à
poeira serão aproveitados em sua nutrição.
poeira serão aproveitados em sua nutrição.
ORQUÍDEAS
Família: Orchidaceae
As orquídeas têm cerca de 800 gêneros e quase 35.000 espécies já catalogadas.
Estão presentes em todos os continentes, menos nas áreas polares, têm as raízes revestidas com uma espécie de velame, um tecido formado por células mortas que atuam como uma esponja absorvendo a umidade e nutrientes.
Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos. São majoritariamente epífitas. Muitas espécies produzem flores de diversos formatos, cores e tamanhos, que despertam interesse em colecionadores que ajuntam-se em associações orquidófilas, presentes em grande parte das cidades por todo o mundo.
ALGUMAS ESPÉCIES ANIMAIS ENCONTRADAS NA TRILHA:
Bugio
O bugio (também conhecido por guariba, barbado ou macaco-uivador) está entre os maiores primatas neotropicais, com comprimento de 30 a 75 centímetros. Sua pelagem varia de tons ruivos, ruivo acastanhados, castanho e castanho escuro.
Ele é famoso por seu grito, que pode ser ouvido em toda a mata, e pela presença de pêlos mais compridos nos lados da face formando uma espécie de barba.
Sagui (Callitrhix Jacchus)
É o sagui mais conhecido e comum dentre as espécies existentes. Esse se distingue, principalmente, pelos tufos brancos em volta das orelhas, o que é inconfundível.
Os saguis, em geral, são os menores macacos que existem; no tamanho adulto, chegam a medir de 14 a 18 cm. O tamanho da cauda é bem expressivo para que haja um equilíbrio do animal, além de auxiliá-lo a uma fácil locomoção.
Possuem glândulas em seu corpo que liberam um odor que lhes é característico e os fazem se entender.
Com hábitos diurnos, são excelentes nos saltos entre as árvores, sendo raro eles descerem dos galhos. Normalmente vivem em grupos de 4 a 15 animais.
Curiosidade:
Sua origem é do nordeste do Brasil, mas atualmente é encontrado também no sudeste.
Borboletas diversas
As borboletas são insetos da ordem Lepidoptera que possuem dois pares de asas membranosas cobertas de escamas e peças bucais adaptadas a sucção.
Distinguem-se das mariposas pelas antenas retilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos, pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdômen fino e alongado.
São importantes polinizadores de diversas espécies de plantas.
Curiosidade:
Em geral, quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima, uma junta à outra; as mariposas as mantém abertas.
Aranhas diversas
As aranhas são animais artrópodes pertencentes à ordem Araneae, da classe dos aracnídeos.
Existem cerca de 40.000 espécies de aranhas, o que as tornam a segunda maior ordem dos Aracnídeos
As aranhas possuem oito pernas (enquanto insetos possuem seis) e seus olhos são lentes únicas, em vez de lentes compostas. Elas podem ter 8, 6, 4, 2 ou mesmo nenhum olho, como no caso de algumas aranhas cavernícolas.
Na cabeça, têm dois pares de apêndices: as quelíceras, em forma de ferrão, formadas por quitina negra com uma ponta muito fina, e os pedipalpo (também chamados de palpos), que são utilizados para manipular alimentos. A boca fica entre os palpos. Há vários tipos de aranhas, as venenosas, aquelas que "saltam" querendo se proteger, as que produzem teias.
Lagartos diversos
Com mais de 5000 espécies conhecidas atualmente, os lagartos ocorrem em todos os continentes, exceto na Antártida e existem em diversos tamanhos, desde alguns centímetros, como alguns geckos, até 3 metros, como o dragão-de-komodo.
São geralmente carnívoros, alimentando-se de insetos ou pequenos mamíferos, mas também há lagartos omnívoros ou herbívoros, como as iguanas.
Alguns tipos de lagarto são capazes de regenerar partes do seu corpo, mais usualmente a cauda, mas em alguns casos mesmo patas perdidas.
Enquanto a maioria das espécies põe ovos, outras são vivíperas ou ovovivíperas.
Aves
As aves constituem uma classe de animais vertebrados, bípedes, homeotérmicos, ovíparos, caracterizados, principalmente, por possuírem penas apêndices locomotores anteriores modificados em asas, bico córneo e ossos pneumáticos. São reconhecidas, aproximadamente, 9.000 espécies de aves no mundo.
As aves variam muito em seu tamanho, dos minúsculos beija-flores a espécies de grande porte como o avestruz e a ema.
Note que todos os pássaros são aves, mas nem todas as aves são pássaros. Os pássaros estão incluidos na ordem Passeriformes, constituindo a ordem mais rica, ou seja, com maior número de espécies dentro do grupo das aves.
[1] NOVA ESCOLA - Índice da edição 158 - dez/2002
Fonte principal: http://pt.wikipedia.org/wiki/Página_principal
[3] Só ocorre naturalmente naquele local
http://www.jardineiro.net/br/banco/artocarpus_altilis.php
