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Arte-educadora: Cibelle Arcanjo
O certificado será concedido pelo IBG a todos os participantes que cumprirem satisfatoriamente as atividades propostas na oficina e obtiverem 75% de frequência.
Através da linguagem audiovisual, propor uma reflexão sobre o ambiente e algumas ações que possibilitem a sua transformação. Construir trabalhos de pesquisa sobre aspectos gerais do processo histórico de degradação e cuidados com o ambiente, com foco na Baía de Guanabara e o seu entorno. Conhecer as técnicas de produção de vídeo no celular e/ou máquina fotográfica , etapa a etapa, utilizando-as como ferramenta para uma educação ambiental criativa e diferenciada. Refletir sobre a importância da utilização da mídia áudio-visual como instrumento de transformação social. Despertar e sensibilizar o olhar do educando para a produção midiática, incentivando-os a ter idéias com foco no ambiente e a sua conservação. Contribuir para a formação de agentes multiplicadores de conhecimento e informação para o exercício de uma cidadania consciente e responsável.
Estudantes de nível técnico e superior das áreas de biologia, arte, ecologia, engenharia florestal e afins; técnicos em meio ambiente, agrícolas e florestais de nível médio; ambientalistas; professores da rede pública e privada das disciplinas com temáticas sócio-ambiental, artística e cultural; estudantes do ensino médio; e a todas as pessoas interessadas nas questões ambientais que buscam maior aprofundamento acadêmico, profissional ou mesmo pessoal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Apresentação do trabalho, o conceito, seus objetivos e suas expectativas: o que se pode esperar desta oficina enquanto ferramenta para uma educação ambiental consciente e responsável? Conhecendo as etapas de produção de um vídeo: Idéia, Argumento, Roteiro, Pré-produção, Produção, Edição, Finalização , Exibição, os Planos e os Enquadramentos. Os gêneros de vídeos: documentário, ficção ou jornalístico? Qual se aplica melhor para a sala de aula? Como sensibilizar o olhar dos educandos para as questões ambientais? A construção, a exemplificação e a explicação sobre argumentos. A criação do roteiro e a roteirização do argumento e a sua importância no resultado final do trabalho. A pré-produção: o que é preciso para o roteiro virar realidade? A especificidade na abordagem dos temas ambientais. A gravação do roteiro, a organização e captura dos arquivos, a apresentação de Software de Edição, a finalização e exibição do produto final. Os participantes, divididos em grupos, realizarão um vídeo como trabalho final no término das atividades.
É imprescindível que o participante utilize o seu celular ou sua máquina fotográfica , ambos com a opção vídeo. O custo do material para a realização das atividades já está incluso no investimento.
Cibelle Arcanjo , graduanda em Belas Artes na UFRJ , é produtora de vídeos de diversos gêneros e integrante do grupo de produção audiovisual denominado Nós na Fita, onde produziu vários vídeos com viés crítico, alguns dos quais foram exibidos no Canal Futura e no Canal Saúde. Como arte-educadora, sua experiência em ministrar oficinas nas escolas percorre os dois segmentos: o fundamental e o ensino médio. Na ONG Bem TV – Educação e Comunicação atuou ministrando oficinas para capacitação e formação de professores e alunos da rede municipal de ensino com o projeto Central de Notícias da Escola; Em parceria com o SESC Niterói., realiza a produção e a organização de cineclubes fixos e itinerantes em comunidades carentes desta cidade. Colabora paralelamentecom o movimento Niterói Como Vamos, também nesta cidade. |





